Passe, passe vento
Passa, passa
E tu passas, e nada
E tu passas, foi-se o tempo.
Silencioso...
Calmo, leve, invisível.
Companheiro na hora do desgosto.
Do que sopras
Teu ar...
Calmo, leve, invisível.
Do equilíbrio que traz,
Não há como negar
Sem você, tudo seria imprescindível.
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Mensagens
Ao som
do batuque,
Um chamado
para o além.
Agradecimento,
ritual ou um cutuque
De quem
vai e de quem vem.
Aos gritos
que ao céu se elevam.
Mensagens
captadas por seres de outros estágios
Chamados
e pedidos trágicos.
Na ignorância,
poucos se salvam, mas rezam.
Das estrelas
a aurora.
O vulto
que sai
E quando
a alma transborda
Estaremos
a ver quem vai
Paz e
desordem
Essas mesmas
que correm
Nos caminhos
terrenos
Que sentimos,
mas não vemos.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Outro
Quando apareces, aí é outra história, outra vida, outros sorrisos, outra felicidade, outro, outro, só outros...
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Um Pensamento, Nada Mais!
Incrível como uma nuvem, linda, leve e calma, pode ser tão feroz, pesada e espessa ao mesmo tempo... Onde na vida os frios são imunes de emoções e sentimentos pense... mesmo sem nada sentir, após certo tempo o gelo chora por todos os lados até desaparecer...
sábado, 28 de janeiro de 2012
Despedida
Olho para a janela e vejo o chão andar.
A cada milha, fecho os olhos e começo a relembrar
Dos momentos felizes que passei
E de todas as risadas que guardarei.
Triste pensar na despedida.
Dor simples, mas que comove
Terrível ver como pode ser ardida
Se o que passastes foi marcante.
Saudade de quem fica, de quem deixei.
Saudade do que vi, e do que não vi.
Deixo somente o recado: eu voltarei!
Lamentarei do que lembro e do que esqueci.
Penso que nada tem um fim, nem mesmo a saudade.
Nem mesmo a despedida, um simples ritual...
De um até breve, nada é concreto de verdade.
Deixo a possibilidade, da volta real.
Saudade, despedida, despedida e saudade.
Emociona-me a ausência,
Emociona-me o sorriso e a vivência
Saudade, despedida, somente felicidade.
A cada milha, fecho os olhos e começo a relembrar
Dos momentos felizes que passei
E de todas as risadas que guardarei.
Triste pensar na despedida.
Dor simples, mas que comove
Terrível ver como pode ser ardida
Se o que passastes foi marcante.
Saudade de quem fica, de quem deixei.
Saudade do que vi, e do que não vi.
Deixo somente o recado: eu voltarei!
Lamentarei do que lembro e do que esqueci.
Penso que nada tem um fim, nem mesmo a saudade.
Nem mesmo a despedida, um simples ritual...
De um até breve, nada é concreto de verdade.
Deixo a possibilidade, da volta real.
Saudade, despedida, despedida e saudade.
Emociona-me a ausência,
Emociona-me o sorriso e a vivência
Saudade, despedida, somente felicidade.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Vai-vem, Sentimentos De Uma Volta
Tu retornas do nada e a mim voltas a aparecer,
Linda, radiante...
Renova-me as esperanças que estavam distantes.
E somes, e tudo começa a perecer...
Tudo cai derrepente.
O espírito se torna séssil e lânguido.
O céu antes azul se fecha em nuvens,
À precipitação de negras gotas
Faz-me chorar a ausencia de sua boca
Tão bela, tão bela, tão bela.
O astro rei insiste em não raiar,
As estrelas insistem em não brilhar,
Nossas íris insistem em não captar
E vossos cérebros insistem em não processar.
Ao vento, as folhas voam com ausência de direção.
Sem direção, me disoloco até encontrar
O amor, que só encontro no seu coração.
No via-vem, encontro sua doce mão para me amparar.
Olho no fundo dos teus olhos
Azuis, hipnotizantes, meigos e afagantes.
Ao conforto eu retorno
E tudo volta ao que era antes.
Linda, radiante...
Renova-me as esperanças que estavam distantes.
E somes, e tudo começa a perecer...
Tudo cai derrepente.
O espírito se torna séssil e lânguido.
O céu antes azul se fecha em nuvens,
À precipitação de negras gotas
Faz-me chorar a ausencia de sua boca
Tão bela, tão bela, tão bela.
O astro rei insiste em não raiar,
As estrelas insistem em não brilhar,
Nossas íris insistem em não captar
E vossos cérebros insistem em não processar.
Ao vento, as folhas voam com ausência de direção.
Sem direção, me disoloco até encontrar
O amor, que só encontro no seu coração.
No via-vem, encontro sua doce mão para me amparar.
Olho no fundo dos teus olhos
Azuis, hipnotizantes, meigos e afagantes.
Ao conforto eu retorno
E tudo volta ao que era antes.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Divina Passagem Breve
Em um lugarzinho, como algodão doce
Um anjo toca harpa como se fosse
Um popstar do céu,
Orquestra de uma pessoa só.
Pobre anjinho, sua harpa foi para o beleléu
Que de tão intensa era sua vontade, que suas cordas deram um nó.
Um anjo toca harpa como se fosse
Um popstar do céu,
Orquestra de uma pessoa só.
Pobre anjinho, sua harpa foi para o beleléu
Que de tão intensa era sua vontade, que suas cordas deram um nó.
Assinar:
Postagens (Atom)